Museu no Capão da Imbuia celebra 62 anos como guardião da fauna

Museu no Capão da Imbuia celebra 62 anos uma vez que guardião da fauna

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Entre árvores centenárias e vitrines que despertam lembranças da puerícia, o Museu de História Oriundo Capão da Imbuia celebrou 62 anos na quinta-feira (14). Localizado na Rua Benedito Conceição, 407, o espaço é um verdadeiro tesouro científico e afetivo da cidade. A visitação, sempre de terça a domingo, é gratuita.

Foto: Isabella Mayer/SECOM.

O ror impressiona: são aproximadamente 12 milénio aves, 31 milénio répteis e anfíbios, 30 milénio lotes de peixes, 72 milénio insetos, 12 milénio lotes de invertebrados e 8 milénio mamíferos — todos taxidermizados e preservados para estudo.

“O Museu de História Oriundo Capão da Imbuia tem a maior coleção da fauna paranaense e carrega um legado para as próximas gerações”

destaca o biólogo e responsável técnico Marco Aurélio Bregenski.

Mais do que números, o espaço abriga histórias vivas. O assistente técnico Paulo Gomes, de 62 anos, é um exemplo. Funcionário há mais de quatro décadas, ele ajudou a erigir e manter os famosos dioramas — representações realistas do habitat dos animais.

“Eu sinto que o museu é uma extensão da minha vivenda. As crianças levam para a vida o que aprendem cá”

conta Paulo Gomes.

Seu “xodó” é o diorama urbano, criado para conscientizar sobre o descarte incorreto de lixo e o impacto na fauna.